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 Notícias sobre educação
 


5ª Mostra Cultural Sparapan Plantando a Paz na Terra



Colégio Sparapan, um ótimo exemplo a ser seguido.


Por Fellipe Elias, Editor de Arte do IQE.


06 de dezembro de 2008, um belo sábado de sol, perfeito para integrar a escola pública com a comunidade em seu entorno. Afinal é o dia de os alunos do EMEF Professor Lorenço M. Sparapan, atendida pelo programa de Formação Continuada de Professores, implementado pelo IQE, mostrarem para os seus pais o fruto de um trabalho árduo e bem elaborado. Trabalho este orquestrado pela direção da escola em conjunto com a ONG Plantando Paz na Terra', coordenada por Paola Charry Sierra. A mesma ONG fora responsável pelo projeto de reestruturação do Jardim Sparapan.


No amplo refeitório da escola, em diversos estandes decorados, foram expostos trabalhos referentes a diversos temas, como: reciclagem e coleta consciente; plantio de sementes e reflorestamento; mapa de origem das famílias, etc. Em um primeiro momento os pais foram convidados a apreciar as obras, devidamente explicadas pelas professoras que participaram dos processos. Infelizmente o comparecimento dos pais foi abaixo do esperado. A professora Lívia manifestou seu descontentamento com esse fato: ' - As crianças realizam um trabalho maravilhoso e esperam a presença dos pais, para prestigiá-las. Mas isso não acontece, na maioria das vezes.'. Uma pena realmente. A qualidade dos trabalhos impressionou. A empolgação dos artistas também.


Após a abertura da Mostra e apreciação dos estandes, iniciou-se a street dance, realizada pelo grupo Bloco do Beco, coordenado por Carla, da Casa de Cultura do M'boi Mirim. O grupo, convidado pela diretona Sonia, da EMEF Sparapan, apresentou três diferentes performances de street dance, embaladas por uma batida hipnotizante. Educadores, pais e, principalmente, alunos acompanharam atentamente a apresentação, que foi ovacionada ao final.


Posteriormente ocorreu a apresentação do documentário 'Resiliência ? A importância do professor', desenvolvido por alunos do Colégio Bialik e da EMEF Sparapan, sob a coordenação da Profª Nancy Nery da Conceição.


Pausa para o almoço e para recobrar as energias. Ainda bem, porque o que veio a seguir foi simplesmente espetacular!


A apresentação da peça 'Os Saltimbancos', realizada pelo Núcleo de Teatro da EMEF Sparapan (sob a coordenação dos Arte-educadores Jair Guilherme Filho, Tchê Araújo e Érika Teixeira), realmente surpreendeu e emocionou a platéia (desta vez, pós-almoço, bem numerosa). O alunos-atores interpretaram muito bem seus personagens, o cenário simples e funcional encantou o público, com sua versatilidade (caixas de papelão de diversas formas e medidas com um cenário em cada face, totalizando seis diferentes cenários, devidamente manipulados pelos atores, conforme o andamento da trama, formando, assim, um imenso mosaico). Tanto o elenco de apoio como os quatro personagens principais retrataram muito bem a obra de Chico Buarque de Holanda e, ao final da apresentação, foram aplaudidos de pé.


Experiência única!


Ainda sensibilizado pela peça, o público presenciou o lançamento do Livro de Poesias das 7ªs séries, sob a coordenação da professora de Língua Portuguesa, Carolina Tomoi. Os alunos-poetas subiram ao palco, um a um, para recitar os poemas produzidos em sala de aula, belíssimos por sinal. O livro, com 43 poemas, foi confeccionado pelos próprios alunos, desde a digitação até a criação da capa. Ao final, alguns exemplares foram distribuídos aos convidados.


Por fim, encerrando esse maravilhoso dia, foi apresentado o Xadrez humano, sob a coordenação dos Professores Gerson Ribas e Edna da Cunha Zaparoli. O tabuleiro gigante, feito em mármore branco e preto, no piso da escola, recebeu as 'peças' (alunos, devidamente caracterizados como as peças do jogo milenar). Enquanto dois alunos jogavam em um tabuleiro convencional, as 'peças-alunos' reproduziam seus movimentos, para a platéia acompanhar. Cada jogada era comentada pelo professor Gerson que, em alguns momentos, explicava algumas regras e curiosidades sobre o xadrez. O jogo correu, peças foram tomadas e, de repente, xeque-mate!


Pretas venceram!


E quem vivenciou, tanto essa experiência como a Mostra, também.


Aplausos!